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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Famílias numerosas, famílias felizes

A consequência da mentalidade contraceptiva não poderia ser outra: famílias cada vez menores e dilaceradas pelo divórcio.

Quando João XXIII recebeu no Palácio Apostólico a visita de dez irmãos, sendo nove religiosos e um bispo, logo disparou: "Uma mamãe? Sim, Santidade, uma mamãe". A cena é belíssima e, de certo modo, nostálgica, uma vez que famílias com muitos filhos têm se tornado um espécime raro ano após ano, mesmo entre os católicos. As últimas pesquisas relativas à taxa de fecundidade no Brasil, por exemplo, indicam um declínio contínuo a partir da década de 1960, período em que o governo passou a disseminar os métodos anticoncepcionias, como política de saúde pública. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a quantidade de crianças por família no país é de 1,9. Número relativamente aquém do necessário para reposição da população que, conforme especialistas, seria de 2,1 no mínimo.

"Não, eu não quero mais um filho, porque não poderemos viajar de férias, não poderemos ir a tal lugar, não poderemos comprar uma casa". É o que costumam dizer aqueles que veem com pavor a ideia de ter uma família numerosa, critica o Papa Francisco num desafio à cultura do "bem-estar à qualquer custo". Com isso, o Santo Padre assevera o ensinamento de seu predecessor, Paulo VI, há muito olvidado: "O gravíssimo dever de transmitir a vida humana, pelo qual os esposos são os colaboradores livres e responsáveis de Deus Criador, foi sempre para eles fonte de grandes alegrias, se bem que, algumas vezes, acompanhadas de não poucas dificuldades e angústias" (Cf. Humanae Vitae, n. 1). A geração e o cuidado da prole não são somente um direito natural da família, mas algo que se enquadra no próprio projeto de Deus e, por isso, um dever. Com efeito, mesmo que em algumas circunstâncias surjam dificuldades, a graça de poder transmitir a vida não pode ser sobrepujada por questões banais e de ordem materialista.

terça-feira, 23 de julho de 2013

É tempo de lutarmos pela nossa família!


Tudo tem um começo na vida, não é mesmo? Nós também fazemos parte desta regra. Um dia eu e você fomos sonhados e, num ato de amor e carinho, fomos concretizados. Que benção! Eu estou falando do amor que flui quando Deus permite a união de um homem e uma mulher, a fim de que não sejam senão uma só carne.

É deste gesto de amor e deste constante movimento de ir e vir em direção ao outro que nasce a família,  lugar sagrado, alicerce essencial para que homens e mulheres sejam formados e lapidados à imagem e semelhança de Deus.

Jesus poderia ter vindo, neste mundo, de tantas maneiras, mas escolheu vir no seio da família. Experimentou todas as etapas e as viveu com profundidade, aproveitando cada simples gestos de seus pais que, aos poucos, iam formando-O e preparando-O para a missão que recebeu do Pai.

Assim é a missão da família: preparar uns aos outros para o céu.

Na família é gerado o combatente dos dias atuais para lutar pela vida, pelo amor e pela santidade!
Família é rocha firme que nos abriga em meio às tempestades da vida e nos encoraja diante dos mais terríveis obstáculos aos quais precisamos ultrapassar. Se não vivermos a experiência de ser família, estaremos como que alicerçados sobre a areia.
Pare agora e reflita por um instante. Como anda o relacionamento, hoje, em sua casa, com o seu marido, com a sua esposa, com os seus filhos, com os seus pais? Há amor? Há carinho? Há perdão? Ou só está havendo desentendimento e desunião?

É tempo de nos levantarmos e lutarmos pelo tesouro que Deus nos confiou: a nossa família!

Não perca tempo remoendo o passado nem tenha medo do que acontecerá no futuro. Deus está se predispondo a ir contigo, a ganhar território e fincar a bandeira do amor, da paz e da alegria em ser família! Aleluia!

Deus os abençoe!

Fonte: Destrave

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Notícia: Falece aos 92 anos a criadora do método Billings


Evelyn Billings
WASHINGTON DC, 21 Fev. 13 / 01:38 pm (ACI/EWTN Noticias).- Depois de uma curta enfermidade, no dia 16 de fevereiro faleceu a Dra. Evelyn Billings, quem, junto a seu marido John, desenvolveu o método natural de regulação da fertilidade que leva seu sobrenome.

A Dra. Billings junto a seu marido percorreram o mundo por cerca de meio século, ensinando e promovendo este método natural, fiéis ao chamado do Papa Paulo VI para que os homens e mulheres de ciência sejam “obedientes ao chamado do Senhor e atuem como fiéis intérpretes de Seu plano”.

Também junto a seu marido, Evelyn fundou a Organização Mundial do Internacional Método Billings de Ovulação, conhecida pelas siglas em inglês como WOOMB.

Evelyn Billings foi amiga de três Papas, e foi nomeada Dama Comandante de São Gregório o Grande pelo Papa João Paulo II.

A Dra. Billings foi também era uma ativa membro da Pontifica Academia para aVida, e foi reconhecida com os Doutorados honoríficos de diversas unidades de todo o mundo, entre eles um Doutorado Honoris Causa da Universidade Tor Vergata, de Roma, em 2005.

Em 2002, Evelyn junto a seu marido foram declarados conjuntamente Médicos do Ano, pela Federação Internacional Católica de Associações Médicas.

Conforme expressou a associação WOOMB em um comunicado de imprensa, “casais em mais de 100 países dão testemunho do maravilhoso trabalho desta desapegada mulher e seu marido. Só na China, onde treinaram milhares a ensinar seu método, uma diminuição substancial na taxa de abortos foi atribuída ao trabalho deles”.

Depois da morte de seu marido, em 2007, WOOMB assinala que Evelyn Billings deixa uma família de “8 dos seus 9 filhos, 39 netos e 31 bisnetos”.

“Agradecemos a Deus por sua vida e trabalho, e pelo privilégio e alegria de tê-la conhecido, e nos regozijamos de que esteja agora reunida com John, para desfrutar juntos de sua recompensa eterna”, assinala o comunicado.

Evelyn Billings escreveu o best seller O Método Billings, publicado pela primeira vez em 1980, e reimpresso 16 vezes, com 7 edições (novas ou revisadas) em 22 idiomas. A mais recente destas revisões foi publicada em 2011.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Notícia: Mulher golpeada e obrigada a abortar por policiais na China afirma: Perdemos o nosso bebê


Feng Jianmei e seu bebê abortado
A HAIA, 21 Fev. 13 / 12:33 pm (ACI).- Feng Jianmei, mulher cuja fotografia junto a seu bebê abortado se difundiu por todo mundo, revelando o drama da cruel política do filho único na China, concedeu uma entrevista à Dragon TV relatando o drama que atravessou junto a seu marido, e assegurou que apesar de que muitas autoridades foram sancionadas, eles foram os mais prejudicados, pois perderam a seu bebê.

Feng foi emboscada por agentes policiais chineses em 2 de junho de 2012. Os agentes a golpearam e a levaram a uma instalação médica, onde aplicaram uma injeção letal diretamente na cabeça do bebê, enquanto a mãe permanecia atada à força a uma maca.

Ao pouco tempo, Feng deu à luz à sua criança já morta, e os trabalhadores deixaram o bebê sobre a cama de Feng no hospital. Esta foto, subida a uma popular rede social do país por seu marido, foi a que se disseminou por todo mundo, provocando o rechaço global à política do filho único na China.

Feng Jianmei foi obrigada a abortar seu segundo bebê porque não pôde pagar a tempo os 40 mil yuanes (6 200 dólares) que é multa do governo para  os casais que têm mais de um filho.

Conforme disse à imprensa, Feng se mudou a outra lugar, tanto para conseguir adequado tratamento médico, como para evadir lembranças traumáticas de seu antigo lar.

"Pensei que se trocava o ambiente em que vivia, meu humor melhoraria. Logo depois de que fui à província do Jiangsu, senti-me muito melhor. Antes, quando me reconheciam, sempre recordava o aborto forçado… Tinha um sentimento muito incômodo", assinalou.

Conforme relatou, Feng ainda carrega sequelas médicas do aborto e visita continuamente o hospital.

Feng indicou que "ainda tenho alguns problemas com meu corpo, ainda estou em processo de cura. Também tomo remédios todos os dias".

A pesar do compromisso inicial do governo local por cobrir os custos médicos da sua recuperação após o aborto forçado, este não foi cumprido até a data. Até o momento, as duas cirurgias pelas que passou, custaram-lhe ao redor de 1 700 dólares.

Feng assegurou que "falaram-me sobre um reembolso ao começo, mas nunca mais o mencionaram".

Para o Feng, apesar de que muitas autoridades governamentais locais perderam seu trabalho e ela obteve uma compensação econômica, "não há um verdadeiro ganhador neste caso".

Feng assegurou que ela e seu marido "fomos os que mais perdemos. Perdemos um bebê".

"Espero que possa me recuperar logo, para que meu marido e eu não tenhamos que viver em lugares diferentes. Espero que ele possa encontrar um trabalho estável e possamos começar a vida de novo", manifestou.

O marido de Feng trabalha atualmente em uma fábrica de cimento, e não se atreve a falara com a imprensa por temor de perder seu trabalho.

Brian Lee, diretor executivo da ONG All Girls Allowed, organização que combate o aborto seletivo contra mulheres na China, assinalou que as declarações de Feng "mostram realmente quão devastadora é a promoção brutal da política do filho único".

A entrevista a Feng, disse Lee, "põe à luz do dia que as autoridades locais, apesar das desculpas públicas do ano passado, estão ainda mais preocupadas com limpar a imagem que por restituir uma família aos quais causaram o mal em uma das piores forma que se possa imaginar".

Lee exigiu que as autoridades ajudem e não ameacem a família de Feng, pois "eles se limparão o rosto quando honrarem Feng Jianmei e Deng Jiyuan".

"Eles um dia terão que prestar conta dos seus atos diante do trono de Deus; rezamos para que eles se arrependam e deem à senhora Feng o que merece por direito", disse.

Ele indicou que "também pedimos ao presidente XI Jinping que tome ações contra este ato de corrupção, como parte de seu compromisso de acabar com este mal".

"Mas, há esperança", disse, pois "temos um Deus que é maior que esta situação trágica. Acreditam que Ele levará cura e justiça à senhora Feng, e rezamos para que esse dia chegue logo".

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Notícia: Pontifícia Academia para a Vida: Jamais demos aprovação à pílula do dia seguinte


VATICANO, 21 Fev. 13 / 11:28 am (ACI).- A Pontifícia Academia para a Vida(PAV) no Vaticano precisou que é "falsa e enganosa" a informação que circula há alguns dias sobre a suposta aprovação por parte deste dicastério ou do Cardeal alemão Joachim Meisner da pílula do dia seguinte –que tem um potencial efeito abortivo– para que seja usado em hospitais católicos da Alemanha em casos de estupro.

O dicastério divulgou esta informação em um correio eletrônico enviado ao grupo ACI no último 19 de fevereiro, escrito sob as indicações do presidente da PAV, Dom Ignacio Carrasco da Paula.

No texto que leva a assinatura do Dr. Gaetano Torlone, membro da PAV, destaca-se que "o Cardeal (Joachim Meisner, Arcebispo de Colônia) em sua declaração afirma simplesmente que na assistência às mulheres que sofreram um estupro o processo é complexo e vai mais além do aspecto farmacológico".

Nestes casos, precisa o correio eletrônico de Torlone, "é lícito usar fármacos anticoncepcionais, mas não é nunca lícito usar fármacos abortivos porque nunca é lícito assassinar a um ser humano".

O texto assinala que, em sua declaração, "a Cardeal fala de fármaco, de qualquer fármaco que impeça a concepção e não da pílula do dia seguinte".

O Dr. Torlone explicou ainda que "naturalmente a vida humana começa com a concepção (ou fecundação). Isto significa que qualquer ação voluntária que produza a expulsão do nascituro, antes que tenha alcançado a capacidade de sobreviver fora do ventre materno, representa um aborto pois produz a morte do nascituro".

"Então –precisa Torlone– impedir voluntariamente a nidação do embrião é uma ação abortiva, um pecado muito grave".

O membro da PAV disse ademais que "não conhecemos as declarações do Cardeal Meisner aos meios locais que, em qualquer caso, não têm particular relevância para a Pontifícia Academia para a Vida. Conhecemo cardeal, sua fé, sua fidelidade à Igreja, sua abnegação, seu serviço à diocese que lhe foi confiada pelo Senhor".

As mensagens da PAV foram enviadas ao grupo ACI logo depois de uma nota de esclarecimento explicando detalhadamente que nem o Papa Bento XVI nem seu secretário, Dom Georg Ganswein deram sua aprovação para o uso da pílula do dia seguinte nos hospitais católicos da Alemanha em casos de estupro, como afirmava erroneamente uma nota da agência EFE difundida por diversos meios.

A pílula do dia seguinte tem três mecanismos: impede a ovulação (anovulatório), espessa a mucosidade cervical (anticoncepcional) e impede a nidação do óvulo já fecundado (o que a torna um potencial abortivo).

Estes mecanismos são informados pela Food and Drug Administration (FDA), o organismo governamental que garante a salubridade dos mantimentos e dos remédios nos Estados Unidos.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Notícia: Ideologia de gênero pretende destruir a família e a sociedade, adverte perita argentina.


A HAIA, 19 Nov. 12 / 03:11 pm (ACI).- Com suas orígenes no niilismo de Nietzche e o feminismo marxista, a ideologia de gênero pretende destruir totalmente a família e a sociedade, advertiu a perita argentina Chinda Concepción Brandolino, em uma conferência realizada na diocese de Cidade do Este no Paraguai.

Na conferência realidade neste 15 de novembro no Centro Cultural Santo Tomás de Aquino, na diocese liderada por Dom Rogelio Livieras, a doutora Brandolino tratou o tema “Ideologia de gênero: principal ataque às famílias”.

Em sua intervenção, a especialista em medicina legal e membro da Comissão Arquidiocesana da Mulher da Arquidiocese de La Plata (Argentina), indicou que uma das armas da ideologia de gênero é a manipulação da linguagem.

“A ideologia ou perspectiva de gênero provém de uma filosofia que Nietzsche inaugura. Esta filosofia é a que sustenta o pensamento que diz: O homem é uma paixão sem sentido que vai desde um nada a outro nada. Esta é a filosofia imperante no homem de hoje, é por isso que existe a busca do prazer, o hedonismo. Mas por sorte muitos ainda estão imbuídos do pensamento cristão, mas na Europa e outros países este é o pensamento predominante”, assinalou a perita.

Ela também mencionou que produziu-se uma mudança  de todo o pensamento nos países  que  trinta anos atrás eram profundamente cristãos, “em geral todos os meios de comunicação estão imbuídos de conteúdos dialéticos marxistas e em todos eles se destaca a maldade da Igreja, buscam apresentar a mesma como uma estrutura de poder terreno e opresora, ninguém acredita no celibato, na indissolubilidade do matrimônio e na ordem natural, mas a verdadeira destruição da ordem tradicional católica só pode ser obtida de uma forma: destruindo a família”.

“E para destruir totalmente a família, querem destruir a mulher através da mulher, pois ela é a única promotora da vida, os filhos no berço aprenderão o primeiro Pai-Nosso e as demais orações com elas. É por isso que a mulher foi vítimas dos meios de comunicação, do cinema e das telenovelas dos programas de estudos e como se tudo isso ainda fosse pouco, também foram vítimas da implementação do feminismo marxista”, explicou.

A doutora disse ademais que a ideologia de gênero apregoa que o sexo não é uma realidade biológica e espiritual mas uma mera construção cultural, que pode ser modificada à vontade. Esta corrente manifesta que o sexo deve ser escolhido com a ajuda de um orientador sexual, sem considerar a ordem natural das coisas.

Em sua opinião, esta corrente tem dois claros objetivos contrários à pessoa humana: a destruição da família tradicional e por outro lado exercer um ferrenho controle populacional.